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Com seca, população que depende do rio Negro enfrenta dificuldades

Foto: Recorte

O movimento de seca do Rio Negro, no Amazonas, muda a paisagem e dificulta a vida da população amazonense que depende das águas. Na mídia, já circulam imagens com trechos do rio sem água. Esta é a pior seca já registrada e reduziu o nível de água dos rios da bacia amazônica a uma baixa histórica, em alguns casos secando leitos de rios que antes eram vias navegáveis.

No Solimões a situação é semelhante. Um dos principais afluentes do poderoso rio Amazonas, cujas águas se originam nos Andes peruanos, caiu ao seu nível mais baixo já registrado em Tabatinga, cidade brasileira na fronteira com a Colômbia.


O segundo ano consecutivo de seca crítica ressecou grande parte da vegetação do Brasil e causou incêndios florestais em países sul-americanos, encobrindo cidades em nuvens de fumaça. Em Manaus, a maior cidade da Amazônia, onde o Solimões se junta ao Rio Negro para formar o Rio Amazonas, o nível do Rio Negro está se aproximando do recorde de baixa atingido em outubro de 2023.

A situação, de acordo com especialistas, deve normalizar apenas a partir de novembro, quando estão previstas chuvas para a região, ainda que em menor intensidade.

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