
Em nota, o Comando Militar da Amazônia (CMA), rebate acusações de organizações indígenas afirmando que recente operação realizada na região do rio Papuri, em São Gabriel da Cachoeira (AM), ocorreu no contexto de ações permanentes de vigilância e repressão ao narcotráfico em área de fronteira bastante sensível.
A região indígena é utilizada historicamente por organizações criminosas transnacionais para o transporte de drogas e armas entre Colômbia e Brasil.
Segundo o CMA, a patrulha do 1º Pelotão Especial de Fronteira (PEF) foi alvo de injusta agressão armada durante abordagem noturna a embarcações suspeitas, reagindo em legítima defesa, conforme os protocolos operacionais das Forças Armadas em áreas de alto risco.
O comando nega que tenha havido disparos direcionados deliberadamente a indígenas e sustenta que não há comprovação de que o jovem Sandro Barreto Andrade tenha sido alvejado por militares.




