Decisão sobre Carol Braz no PDT terá de passar pelo ‘agrado’ do presidente

Defensora pública, Carolina Braz, em frente ao ônibus com a logomarca da DPE, criada pelo jornalista George Cúrcio - foto: recorte.

A possibilidade da defensora pública Carolina Silva Braz ir para o PDT, mexeu com os ânimos da militância, mais especificamente, do presidente estadual da legenda, o ex-deputado Hissa Abrahão.

Ao saber da reunião, da qual ele não participou, na tarde de terça feira (30), na Peixaria Japurá, com alguns dos membros da executiva do PDT e a interessada a pré-candidata ao governo do Amazonas, nas eleições de 2022, o presidente estadual da legenda torceu o nariz.

“Bem, li a notícia no portal Correio da Amazônia…, precisamos ver…, acho que ainda é cedo para decidir. Temos que ver…, sentir o clima, avaliar outros nomes.” Teria dito Hissa ao seu interlocutor.

É provável que o presidente estadual da legenda não tenha gostado muito da ideia de ver uma nova estrela brilhando dentro do diretório estadual do PDT, no Amazonas.

Essa possibilidade pode ofuscar a ida de ‘convidados especiais do presidente’, como o ex-deputado Luiz Castro e a ex-deputada Rebecca Garcia.

Luiz Castro tem a ‘simpatia e gosto’ de Hissa para a Câmara Federal e Rebeca Garcia é o sonho do presidente tê-la no governo, com ele, talvez, na presidência da Assembléia Legislativa do Amazonas (Aleam).

Só falta combinar com os russos. Ou, com Carlos Lupi, que está chegando hoje (01), às 23h30, no Aeroporto Eduardo Gomes, Manaus-AM.

Ele, na condição de presidente do PDT Nacional, pode colocar Carol Braz e Rebecca Garcia frente-a-frente e decidir quem será a cabeça de chapa.

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