
Provérbios 16:18 – “A arrogância precede a ruina e altivez do espirito, a queda”. Nicolás Maduro achou que os Estados Unidos eram fracos e teve a oportunidade de fugir, levando consigo malas de dinheiro e viver livre pelo resto da vida. No entanto, a ganância e a arrogância pelo poder o conduziram à prisão.
Por que os ditadores preferem morrer no poder ao invés de sair e viver uma vida simples? Desde os tempos mais antigos, contados ao longo da história e registrados nas estelas, em escritos sagrados e pergaminhos, temos inúmeros exemplos de grandes tiranos que preferiram ser presos ou mortos a perder o poder. A arrogância e o orgulho levam o homem ao fracasso, e isso não é novidade. Ainda assim, muitos ditadores se julgam inconquistáveis, quando na verdade não passam de meros tolos. Foi assim com Hitler, Saddam Hussein, Muammar Kadafi, e agora ocorre com Nicolás Maduro, presidente e tirano da Venezuela.
A pergunta que fica é: vale a pena um cidadão viver às custas do suor dos trabalhadores de um país, usurpando recursos e praticando atos ilícitos, aterrorizando a população apenas para se manter no poder como ditador, acreditando que nada jamais o atingirá ou que nunca será removido do poder? A história nos oferece exemplos épicos, como o do rei Xerxes e, na mitologia grega, o de Ícaro.
Maduro, por sua vez, caiu. Teve a chance de fugir e levar consigo recursos suficientes para viver confortavelmente no exílio, em um país alinhado aos seus ideais, mas optou por permanecer, zombando da possibilidade de ser capturado. Agora, com sua prisão, amargará o sofrimento do cárcere e terá tempo para refletir que a soberba, orgulho e arrogância não sustentam o poder indefinidamente. Mais uma vez, a história se impôs com o rigor de sua lógica implacável.
Neste momento, seus aliados e sátrapas assistem à sua queda sem poder fazer nada, aprendendo, ainda que tardiamente, *_“que assim como o mundo gira, a história inevitavelmente se repete”_*.




