
Em Goiânia, ao lado do candidato goiano derrotado, Ronaldo Caiado (PSD), o Flávio Bolsonaro (PL do Rio de Janeiro) disse, que agora ele pode mudar a “Constituição Brasileira”, talvez para atender o seu projeto de poder.
“Com a maioria no Senado, com a maioria na Câmara para fazer o presidente da Câmara, a gente vamos mudar a Constituição e redemocratizar esse país”, disse.
Flávio Bolsonaro não explicou que tipo de redemocratização ele entende pra o Brasil. Depois da repercussão negativa que a fla causou, ele soltou outro edvaneio: “vocês acham que o Brasil está numa democracia plena? E ele mesmo respondeu, não.”
Flávio Bolsonaro quer mudar
Reforma do Judiciário, redução da maioridade penal, mudanças na reforma tributária e, principalmente, “reforma na forma de escolha” e o tamanho do mandato do presidente do Brasil nas próximas décadas. Ele não disse o que pretende ainda.
O cnditato tem sido subjetivo e evasivo nas declarações, mas o certo é que o projeto de poder dele, conta com a família no congresso e com um suposto cargo de Chefe da Casa Civil, a ser dado a seu pai, que hoje está condenado e preso por tentativa de golpe de Estado.
Peso da mundança
Para concretizar o seu plano de poder, Flávio Bolsonaro, conta com 121 deputados do (PL), a maior bancada desde 1988, 28 senadores e 06 ministros do STF, os dois que ele já tem sob seu comando e mais quatro que ele pode escolher se por acaso vier a ser eleito.
Decisões estranhs
- Redemocratizar de quê, se o Congresso acabou de ser eleito nas urnas e todos os eleitos vão gozar dos cargos assim como manda a Constituição?
- O que exatamente ele quer mudar no STF?
- Por que dizer que o Brasil não está numa democracia plena?
Contraditoriamente, o tema “redemocrtização” nas intenções do candidato extremista de direita diz que pretende utilizar a nova maioria de políticos de direita do seu partido e aliados no Congresso Nacional para aprovar Propostas de Emenda à Constituição (PECs), todas, que achar necessário.
Mudanças estruturais defendidas: Entre as medidas citadas pelo candidato estão o fim da reeleição, mas mais grave que isso, a limitação dos poderes do STF.
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