Mesmo com pandemia e desemprego, PIM ainda pode ter saldo positivo

Foto: Reprodução

Com o auge da pandemia no Amazonas, muitas fábricas do Polo Industrial de Manaus (PIM) precisaram suspender as atividades. Por conta disso, muitos funcionários chegaram a ser dispensados, aumentando o desemprego no Estado.

As produtoras de itens não essenciais, como eletroeletrônicos, eletrodomésticos, celulares, motocicletas, bicicletas, equipamentos de informática, entre outros, só podiam funcionar por 12 horas. Com um novo decreto estadual em vigor, as fábricas puderam voltar a trabalhar normalmente por 24 horas, desde que se obedeça aos protocolos de segurança sanitária.

Algumas empresas não suportaram a crise causada pela pandemia e precisaram fechar as portas, o que preocupa o setor no Amazonas. Outras, no entanto, chegaram a obrigar os funcionários a trabalharem em regime escravo.

Com a volta dos turnos nas fábricas, a expectativa é de que ocorra uma melhora tanto para empresários como para os trabalhadores do PIM. O retorno das linhas de produção pode gerar um resultado positivo.
Desempenho

O faturamento das fábricas instaladas no parque fabril de Manaus foi de R$ 95,49 bilhões no período de janeiro a outubro do ano passado. O resultado aponta uma alta de 9,71% em comparação ao mesmo período de 2019, quando, de janeiro a outubro, a receita do polo tinha atingido R$ 87,04 bilhões. Os dados são da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa).

Já em dólar, por causa da forte desvalorização cambial, a receita do polo industrial encolheu em relação a 2019. De janeiro a outubro de 2020, o faturamento foi de US$ 18,24 bilhões, ante US$ 22,21 bilhões em igual período do ano anterior.

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