O que são Sonhos? (Por Max Diniz Cruzeiro)

Neurocientista clínico Max Diniz Cruzeiro(DF)

Neurocientista clínico Max Diniz Cruzeiro(DF)
Neurocientista clínico Max Diniz Cruzeiro(DF)

Os sonhos são manifestações sensoriais dentro do intelecto de forma projetiva oriunda de processos somáticos captados ao longo de uma temporariedade exclusiva do indivíduo que utiliza os recursos mnemônicos de forma aleatória ao estado de vigília em que processos volitivos de sintonia ambiental determinam a frequência de ativação interior em que os engramas instalados no encéfalo são iniciados de forma consciente da sub frequência do sono.
Assim os engramas que são despertados na fase do sonho constituem um estado de espírito e consciencional em que as informações geradas contidas em tais estruturas biológicas de dados, são despertadas devido a frequência e modulação estarem em sintonia com a fase em que o circuito neural é capaz de movimentar as informações a tais atributos acoplados.

Existe uma tendência natural do sonho a vir a acoplar informações com maior amplitude de carga emocional dentro da ordem de sua ocorrência para iguais frequências e modulações de energia.

Nestes estados de consciência os fatores ambientais são amenizados em face das alocações internas mnemônicas, mais este princípio não impede que o indivíduo possa se nutrir de informações do ambiente para que o seu senso de segurança reproduza ações que o façam despertar para o estado de vigília. Ou até mesmo a vir a manifestar uma necessidade ambiental como um sistema de alerta, de defesa, ou atenção de forma projetiva na sua etapa de sono.

O tipo de sonho a manifestar na mente de um indivíduo irá depender do tipo de frequência, modulação e aspecto ambiente em que a pessoa está acondicionada. Elementos mnemônicos são despertados para vibrarem dentro de uma estrutura reativa que sinaliza o estado de espírito deste indivíduo a promover uma harmonia quanto aos aspectos mais envolventes da sua psique no instante em que se projeta um sonho.
Pessoas com um alto grau de intelecção conseguem transformar o seu intelecto no instante do sono como uma caixa de projeções em que níveis de controle da volição possibilitam controlar a frequência de ativação do indivíduo a fim de gestar a percepção de uma continuidade temporal característica do estado de vigília.

Neste ambiente projetivo dentro do sono é capaz de testar as habilidades quanto a todos os registros presentes nas alocações mnemônicas.

Em que conclusões brilhantes podem ser desenvolvidas e muito contribuir para que no estado de vigília muitos recursos de raciocínio possam ser poupados em virtude das conclusões e insights poderem ser previamente realizados em um profundo estado de sono.

O sonho na sua expressão estressante negativa que induz estados de tensão dentro dos indivíduos é idealizado na denominação de pesadelos.

Os pesadelos são ativações sensoriais conflitantes na mente do indivíduo que geram estados alterados de conflito e estão restritos a uma frequência e modulação específica que é ativado por um núcleo agitante na forma de um medo, temor, apreensão, preocupação, afetação e outros estados alterados.

Todo sonho possui uma sequência lógica pré-definida que pode sofrer mutação em virtude do despertar de elementos sensoriais do corpo em sintonia com o plano externo ao indivíduo.

Nem sempre também é possível antever uma trama que está contida dentro de um sonho em virtude da sequência lógica que condiciona a busca por alocações de memória ser um impulso inicial mais evidente em que o estado de sono é capaz de condicionar uma pessoa a gestar as informações.

O início projetivo de um sonho é uma assimilação inicial correspondente ao fasor de transição entre o estado de vigília e o sono. E conforme vimos antes pode sofrer mutações constantes sobre conjunto de apropriações de alocações em virtude do limiar entre o sono e a vigília ter recorrentes estados de aproximação desta transição através de aproximação do ato de acordar, em outras palavras o sono se tornar um evento leve em que a conexão ambiente faz-se mais próxima de estabelecer novamente o estado de vigília.

Nestes estados de transição é possível alterar a lógica semântica do pensamento por um estado transitório volitivo. Em que o indivíduo ao sair do limiar entre o sono e a vigília, volta a seu estado profundo projetivo passando a canalizar novas alocações de memória mais próximas do seu estado de espírito mais recente afetando diretamente a frequência e modulação cerebral em buscas das informações que estão mais aderentes a tais particularidades.

O sonho é uma forma inteligente de o organismo preservar informações que venha a necessitar em seu estado de vigília, uma vez que ele é responsável por atribuir uma carga extra e excitação às alocações mnemônicas dentro de um grau de dispersão entre as informações que são introduzidas sob um efeito de temporalidade e espacialidade sensorial em diferentes regiões do telencéfalo. Muito se tentou decifrar os sonhos como uma possibilidade de melhor interpretar as conexões que movem os seres humanos, porém não existe fundamento algum em associar significados tão variantes para contextos diferentes em que uma proposição para um indivíduo que venha a representar fundamentos distintos em relação a outro. Muitas razões são válidas para esta linha de argumento, entre elas: diferenças lógicas, diferenças valorativas, diferenças de juízo, diferenças de temporalidade na adição de informações, diferenças ambientais, diferenças de planejamento e outras…( Max Diniz Cruzeiro – Neurocientista Clínico, Psicopedagogo Clínico e Empresarial – www.lenderbook.com

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