
O Sul do Amazonas, onde estão localizadas as cidades de Manicoré, Humaitá, Lábrea, Borba, Boca do Acre, Novo Aripuanã, Apuí, Pauini, Tapauá e Canutama, é uma região onde brasileiros/amazonenses trabalham todos os dias em busca do seu sustento, mas, é também, um local de grandes conflitos.
É nesta parte do território amazonense, onde está as fraldas da última fronteira agropastoril do nosso país – Mato Grosso, Pará, Rondônia e Acre.
Registro da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal (Adaf), diz que nesta parte do nosso estado encontra-se o maior e mais diversificado rebanho bovino do Amazonas. Algo em torno de 900 mil cabeças, dos 1,3 Milhão registradas em todo o Amazonas.
O Sul do Amazonas também é rico por causa das suas reservas minerais, sobretudo, de ouro e fósforo, que deveriam favorecer as 430 mil pessoas, que moram e trabalham naquela região do Estado.
A pergunta é: vamos continuar permitindo que esses brasileiros/amazonenses vivam eternamente em conflitos e inseguros, ou vamos contribuir para construir uma solução legal, ambientalmente possível, para melhorar a vida dessas famílias do Sul do nosso Amazonas?
De minha parte, vou lutar para:
1 – Que seja feito o Zoneamento Econômico e Ecológico no Amazonas;
2 – A regularização fundiária e,
3 – Regulamentação ambiental.
Teremos que envolver os governos federal, estadual e municipais, na busca de soluções sólidas para nossa gente.
Trazer o Ministério Público Federal (MPF) e o (MPE), os produtores, criadores, agricultores, empresários e aqueles que trabalham na mineração, para juntos, construirmos a solução que todos esperam.
Professor José Melo.