
Goiás está gastando mais de R$ 900 mil mensais com 50 policiais que fazem a segurança do Caiado e da mulher.”
merece alguns ajustes
A informação que está circulando é baseada em um fato real, informam que documentos obtidos pela imprensa apontam que 51 policiais militares do Estado de Goiás estão vinculados ao esquema de segurança do ex-governador Ronaldo Caiado (União Brasil) e de seus familiares.
Juntos os salários desses policiais é de aproximadamente R$ 797,5 mil por mês, sem incluir gratificações, funções comissionadas, diárias, transporte, hospedagem e outros penduriucalhos, que juntos ultrapassam facilmente os R$ 1 milhão de gastos para os cofres públicos.
Escãndalo de volta
A estrutura de segurança destinada ao ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (União Brasil), voltou ao centro do debate político após a denúncia de utilização de “um batalhão” para a proteção do ex-chefe do Executivo e de seus familiares.
A estrutura de segurança também contempla a ex-primeira-dama Gracinha Caiado, atualmente apontada como possível candidata ao Senado nas eleições de 2026.
Defesa contesta
Segundo a defesa, apenas quatro policiais fazem a escolta direta do ex-governador, enquanto os demais integram escalas de revezamento e apoio operacional previstas na legislação estadual.
Uso de recursos públicos
A divulgação dos números reacendeu discussões sobre o uso de recursos públicos para a segurança de ex-governadores e autoridades políticas, especialmente em um momento de ajuste fiscal e cobrança por maior eficiência na administração pública.
O tema ganha repercussão nacional por envolver um dos principais nomes cotados para disputar a Presidência da República em 2026, ampliando o debate sobre transparência, critérios para concessão de escoltas e limites dos gastos custeados pelo Estado.
A proteção também alcança familiares, incluindo a ex-primeira-dama Gracinha Caiado, conforme a portaria editada após a saída de Caiado do governo.
A defesa insiste que são quatro policiais e que os 51 policiais fazem parte de um cadastro de efetivo disponível para revezamentos e operações, não significando que todos estejam simultaneamente à disposição dele, dizem. A assessoria de Caiado também argumenta que a escolta é prevista na legislação estadual e se justifica pelo histórico de enfrentamento ao crime organizado.
ATO DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA C/C RESSARCIMENTO INTEGRAL DOS DANOS CAUSADOS AO ERÁRIO:




