Tenente da PMAm internado após comer lanche servido com cocô de rato

Tenente PMAm e o lanche servido/Foto: Divulgação
Tenente PMAm e o lanche  servido/Foto: Divulgação
Tenente PMAm e o lanche servido/Foto: Divulgação

Diante de ocorrências registradas envolvendo a empresa RIPaSA, fornecedora de alimentação à Policia Militar do Amazonas, com constantes reclamações sobre alimentos contaminados que são servidos à corporação, culminando com ingestão de lanche contaminado com substância imprópria para o consumo humano, a Associação dos Praças do Amazonas, publicou a nota abaixo:

“Nota de Repúdio

A APEAM vem por meio desta, expressar seu repúdio a empresa RIPASA, que é responsável pela produção e distribuição da alimentação à Polícia Militar do Estado do Amazonas. Há tempos que a tropa vem questionando o descaso com a higiene e a maneira cujo alimento é acondicionado e levado ao consumo pelos agentes policiais. As reclamações são diversas, desde pão contaminado com baratas, laticínios estragados, lama nos pacotes que acondicionam as frutas e até fezes de ratos.

Ontem, quinta-feira (30), deu entrada no Hospital 28 de Agosto, um Tenente da PM, possivelmente, intoxicado com alimento fornecido por essa Empresa. Outros policiais, da mesma unidade operacional a qual pertence o referido oficial, também, se queixaram de mal-estar e dores estomacais após a refeição. Segundo relatos de alguns agentes de segurança, a comida fornecida a 1ªCICOM estava contaminada com fezes de ratos. É sabido que as fezes e urina de roedores são responsáveis por doenças como Leptospirose e Hantavírus, dessa forma os policiais estão à mercê desses tipos de doenças e infecções, graças ao péssimo serviço prestado pelas Empresas terceirizadas contratadas pela briosa.

É inadmissível que em pleno século XXI, ainda existam empresas com o padrão de qualidade tão baixo sendo contratadas para fornecer alimentação à empresas do Distrito Industrial, órgãos públicos e empresas de menores portes. No caso dos policiais que tem todos os meses, descontado em seus contracheques o valor referente a esse alimento, o mínimo que exigem é respeito e higiene na hora de prepará-lo e transportá-lo. Em contrapartida, os responsáveis por essa empresa devem lembrar que estão tratando de alimentação de seres humanos e não de suínos, que comem lavagem em suas pocilgas.

A Associação dos Praças do Estado do Amazonas-APEAM não admite tamanho desrespeito com a classe policial militar e solidariza-se com a mesma, externando seu repúdio a empresa RIPASA. Concomitantemente, a APEAM irá, ainda hoje, denunciar a supracitada empresa na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e no Ministério Publico Estadual (MPE).

Gerson Feitosa – Presidente da APEAM
Manaus, 31 de Outubro de 2014”

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