
O atacante Richarlison acusou publicamente o senador Flávio Bolsonaro e o advogado Willer Tomaz de terem tomado a posse de uma mansão avaliada em cerca de R$ 10 milhões na Ilha Comprida, em Angra dos Reis (RJ), e pediu uma investigação da Polícia Federal.
O imóvel que Richarlison acusa o candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de ter roubado, trata-se de uma mansão de luxo com 11 suítes, heliponto, quadra de tênis e praia privativa na Ilha Comprida, em Angra dos Reis (RJ).
Richarlison afirma que comprou os direitos de ocupação do local entre 2020 e 2021 (durante a pandemia de Covid-19) em uma sociedade que envolvia seu ex-empresário Renato Velasco e Alencar da Silveira Júnior. O investimento total do jogador chegou a aproximadamente R$ 10 milhões.

Acusações
Em vídeos e manifestações públicas em outubro de 2026, Richarlison alegou que recusou propostas de compra, incluindo uma de Flávio Bolsonaro, e que a posse do imóvel foi transferida para a WT Administração de Imóveis, empresa ligada ao advogado Willer Tomaz.
O Flávio Bolsonaro (PL-RJ), como de costume, negou tudo. Ele “jurou de pés juntos” que não tem qualquer vínculo de propriedade com o imóvel, e mente afirmando que nunca integrou o processo judicial e classifica as acusações como infundadas e que a acusação de roubo, te a ver com o processo eleitoral.
Repercussão política
Críticos e adversários políticos, como o presidente do PT Edinho Silva, repercutiram as declarações de Richarlison cobrando explicações do senador durante a campanha eleitoral. Por outro lado, o caso envolveu disputas de contratos e registros contestados por antigos proprietários na Justiça.
Dinheiro de volta
Richarlison declarou que não quer mais a ilha de volta, mas busca reaver o dinheiro investido para doar parte do valor a um hospital em sua cidade natal, Nova Venécia (ES).
Assista ao vídeo com o pronunciamento do jogador Richarlison sobre a disputa da mansão em Angra dos Reis:




