Alfredo Nascimento é recebido por líderes do transporte alternativo

Foto: Reprodução

O pré-candidato a deputado Federal Alfredo Nascimento viabilizou durante sua trajetória política, seja como Ministro ou Deputado Federal, obras como o Terminal Pesqueiro de Manaus, e as fábricas de gelo e câmaras frigoríficas dos municípios de Careiro da Várzea, Parintins, Iranduba, Beruri, e de Manaus e um dos grandes destaques foi sua excelente gestão quando prefeito em prol do transporte alternativo na capital.

Quanto candidato a gestão municipal nas últimas eleições o ex-prefeito, ex-ministro, ex-deputado federal falou de seu projeto ao transporte público;

“O plano de governo de Alfredo Nascimento propõe uma tarifa justa, para remuneração do sistema e renovação da frota; rotas com horário, ônibus que circulem em horários pré-determinados; garantia de acessibilidade em espaços urbanos; ônibus com tecnologia embarcada, para controle das gratuidades, meia passagem e pagamento; e desenvolver estudos para abertura de novas vias.”

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Alfredo Pereira do Nascimento

Empresário, linguista, matemático e político brasileiro filiado ao Partido Liberal (PL). Foi ministro dos Transportes em três ocasiões durante os governos Lula e Dilma Rousseff, vice-governador do Amazonas, senador e deputado federal pelo mesmo estado e prefeito de Manaus.

Assumiu a prefeitura de Manaus em 1988 como interventor durante seis meses nomeado pelo governador Amazonino Mendes, no lugar do prefeito Manoel Henriques Ribeiro. Depois disso, voltou a assumir por diversas vezes cargos de secretário tanto no governo estadual quanto na prefeitura de Manaus: Secretário de Estado da Fazenda em 1989, Presidente do Conselho de Administração da Empresa de Processamento de Dados do Estado entre 1989 e 1990, Presidente do Conselho de Administração do Banco do Estado do Amazonas também entre 89 e 90, Superintendente da Zona Franca de Manaus (Suframa) de 1990 a 1991, Secretário Municipal de Economia e Finanças de Manaus de 1993 a 1994, Superintendente de Estado da Saúde entre 1995 e 1996 e Secretário de Estado da Fazenda em 1995.

Impeachment de Dilma

Apesar de ter sido ministro em governos do PT em três diferentes momentos, posicionou-se favorável a admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados. Acabou por renunciar à presidência nacional do PR, cargo que ocupava desde 2010, para poder dar o voto favorável ao processo, uma vez que a orientação da bancada do partido era de voto contrário a abertura do impeachment. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou nota afirmando ter ficado decepcionado com o voto do ex-ministro.

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