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Arthur Neto exige fiscalização do TCE nas licitações de Amazonino

Arthur cobra as 170 dispensa de licitações feita pelo governador Amazonino Mendes - foto: recorte
Redação
Escrito por Redação

O tempo fechou na cúpula administrativa do município e do Estado. Pode estar vindo briga boa por aí. Briga que deve revelar a verdade sobre as obras, contratos e licitações, que estão sendo realizadas tanto pela Prefeitura de Manaus quanto pelo Governo do Amazonas.

Depois do anúncio do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM) sobre querer acompanhar e fiscalizar o chamado ‘Plano de Obras de Verão’, lançado pelo prefeito, ontem (11), em um show midiático na Zona Leste de Manaus, o chefe do executivo reagiu. Ele vai gastar R$ 320 milhões para asfaltar 10 mil ruas, mas quer que Amazonino também apresente a fatura.

Arthur cobra as 170 dispensa de licitações feita pelo governador Amazonino Mendes – foto: recorte

O prefeito está aborrecido. Eles e os aliados responderam que, se é para acompanhar e fiscalizar as obras da Prefeitura, que se investiguem também as do Estado. Para o município, causou estranheza o fato de só o Plano Verão da Prefeitura ficar sob o olhar atento do TCE-AM, enquanto o mesmo órgão e outros como o MPE e a CGU não investigam, por exemplo, as mais de 170 dispensa de licitações feita pelo governador Amazonino Mendes.

As máquinas, teoricamente dos empresários José Tadeu de Souza Teles e Osimar Maia da Silva, mais conhecido como “Trouxa”, já estão prontas – foto: divulgação

Irritados com a medida, aliados de Arthur estão anunciando que pretendem procurar a imprensa, fazer divulgação em redes sociais e, principalmente, procurar os órgãos de controle externo como o próprio TCE-AM, o Ministério Público Estadual (MPE), e a Controladoria Geral da União (CGU), para exigir a fiscalização e investigações das obras, contratos e licitações feitas, também, pelo Governo do Estado.

“Se é para fiscalizar e investigar um, que se fiscalize e investigue também outro”, disse um aliado do prefeito. Denúncias chegadas aos órgãos de fiscalização, estariam sendo vencidas pelos empresários José Tadeu de Souza Teles e Osimar Maia da Silva, mais conhecido como “Trouxa”.

A campanha eleitoral está só começando. E, pelo que parece, os que se diziam aliados, estão agora defendendo a sua sua parcela de culpa nesse latifúndio.

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