
Neste domingo (1º de fevereiro), manifestações acontecem em várias cidades do Brasil para cobrar justiça pela morte do cão Orelha e responsabilização dos envolvidos. Em São Paulo, o ato começou às 10h no vão livre do MASP, na Avenida Paulista, com cartazes, bandeiras e alguns participantes levando seus próprios cães. A mobilização também defende a redução da maioridade penal, já que os suspeitos são quatro adolescentes.
Parlamentares, ativistas e artistas participam do protesto, incluindo a primeira-dama de São Paulo, Regina Nunes, e a ativista Luisa Mell. No Rio de Janeiro, atos ocorrem no Aterro do Flamengo e em Copacabana. Em Florianópolis, onde Orelha foi morto, o protesto acontece no trapiche da Avenida Beira Mar Norte, com manifestantes pedindo “justiça por Orelha”.
Orelha morreu no início de janeiro, vítima de agressões na cabeça. Segundo o Ministério Público de Santa Catarina, as lesões foram graves e exigiram eutanásia. A Polícia Civil investiga quatro adolescentes, com mandados de busca cumpridos em 26 de janeiro. Dois suspeitos estavam nos Estados Unidos e tiveram celulares e roupas apreendidos ao voltar ao Brasil. Todos foram intimados a depor.
Casos recentes de ataques a cães em diferentes estados têm gerado indignação e podem estar ligados a grupos de ódio que incentivam adolescentes a torturar animais.
Fonte: odia




