Deputado comemora aprovação do PNE, mas lamenta ter sido muito tarde

Deputado Sidney Leite(PROS), comemora aprovação do PNE/Foto: Divulgação

Deputado Sidney Leite(PROS), comemora aprovação do PNE/Foto: Divulgação
Deputado Sidney Leite(PROS), comemora aprovação do PNE/Foto: Divulgação

A aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE), pela Câmara dos Deputados, foi comemorada pelo deputado estadual Sidney Leite (PROS), durante a Sessão Ordinária da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), de hoje, quinta-feira (05), observando, enretanto, que a aprovação foi tardia, visto que o projeto de Lei encontrava-se em tramitação há quatro anos.

O deputado, que preside a Comissão de Educação da Assembleia, também afirmou que alguns pontos do PNE precisam ser esclarecidos, como a aplicação dos royalties do pré-sal na educação. “Não adianta falar que a gente tem um plano e que será investido 1% do PIB brasileiro, quando ele só é um plano, não tem poder de Lei impositiva para o seu cumprimento. Até hoje não se sabe concretamente quando é que nós teremos os royalties do petróleo disponível para os governos estaduais e governo federal, então é algo que é real, mas ainda não está concreto”.

Sidney Leite defendeu um pacto pela educação, envolvendo os governos  federal, estaduais e municipais, pois, segundo ele,  para os alunos  não importa quem é o responsável ou de onde vêm os recursos, mas se as suas necessidades são supridas pela escola.

O parlamentar disse ainda que irá defender na Conferência Nacional de Educação pontos que não foram contemplados pelo PNE, tais como a existência de um sistema de educação indígena em âmbito nacional, a garantia de internet banda larga nas escolas e o “custo amazônico”, que consiste em adequar as despesas referentes à educação à realizada da região.

“Nós não podemos ter os mesmos preços e valores praticados no transporte escolar, na merenda escolar, na aquisição de mobiliário, de reforma de escolas com os preços de uma outra realidade como é a do Sudeste brasileiro”, explicou.

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