Estilista amazonense Wernher Botelho, morre aos 53 anos

Artista plástico e estilista amazonense Wernher Botelho Barroso - Foto: Reprodução/Facebook

O artista plástico e estilista amazonense Wernher Botelho Barroso, de 53 anos, morreu na manhã desta terça-feira (2), no Hospital Português Beneficente do Amazonas, localizado no Centro de Manaus, em decorrência de um linfoma, um tipo de câncer que afeta o sistema imunológico. Wernher faleceu por volta das 5h45 e estava internado desde novembro.


Segundo a irmã do artista, Islene Botelho, o velório será realizado na casa da família, localizada na rua Sofia Gonçalves, número 6 do conjunto Eldorado, bairro Parque Dez de Novembro, na Zona Centro-Sul de Manaus. O horário ainda não foi divulgado.

O também artista Bosco Fonseca, amigo de Wernher, afirmou que o estilista ficou muito debilitado desde que fez uma cirurgia. “Ele fez esse procedimento e desde lá nada mais deu certo. O corpo foi ficando debilitado e ele precisou fazer outras cirurgias. Hoje, ele nos deixou. Se encontra nas mãos de Jesus”, lamentou.

Conforme noticiado pelo caderno Bem Viver do A Crítica, o artista sofreu em novembro passado uma intervenção cirúrgica. Após retornar para casa com a alta médica começou a sentir dores e desconfortos. Como a situação tornou-se insustentável e os exames acusavam algo incomum, a volta à cirurgia foi inevitável. Com o abdômen reaberto, os médicos teriam encontrado restos de outra cirurgia, como fios e prendas.

Artista plástico e estilista amazonense Wernher Botelho Barroso – Foto: Reprodução/Facebook

Festival

Por meio das redes sociais, a Associação Cultural Boi-Bumbá Caprichoso manifestou o luto pela morte do estilista amazonense. Segundo a diretoria do Touro Negro, Wernher estava com contrato assinado para voltar ao ateliê do boi da estrela na construção das fantasias de itens do projeto “Um Canto de Esperança para a Mátria Brasilis”, tema do Caprichoso 2019.
História

Wernher era o filho mais novo da matriarca da família Botelho, que atualmente tem 86 anos. Ele era considerado um dos artistas mais talentosos no ramo das fantasias da cultura amazonense.

O estilista começou a criar peças para o Carnaval em 1982 e passou por várias escolas de samba da cidade e de outros Estados, como a Leandro de Itaquera, de São Paulo, e, em Manaus, Reino Unido da Liberdade e Unidos do Alvorada. Ele também produzia para o Festival Folclórico de Parintins.

Fonte: acritica

Artigo anteriorAlunos com autismo em escolas comuns cresce 37% em um ano
Próximo artigoProfessores iniciam paralisações em escolas estaduais do Amazonas

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui