
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, rejeitou o pedido da Defensoria Pública da União (DPU) e confirmou o julgamento do ex-deputado fugitivo nos EUA, Eduardo Bolsonaro (PL), na Primeira Turma do STF.
A acusação: coação no curso do processo, pena de 1 a 4 anos, por tentar interferir no caso da tentativa de golpe que condenou seu pai.
Articulando contra o Brasil
A PGR afirma que Eduardo Bolsonaro articulou com o governo Donald Trump sanções ao Brasil e a ministros do STF como forma de pressão, em estratégia coordenada com o neto do ditador João Figueiredo, Paulo Figueiredo, que também é fugitivo do Brasil e réu no processo.
Eduardo está nos EUA desde fevereiro de 2025, não voltou ao Brasil e faltou ao próprio interrogatório por videoconferência. Sem advogado, a DPU assumiu a defesa e pediu adiamento alegando Turma incompleta, devidamente negado pelo ministro Alexandre de Moraes.




