Impossível falar em Saúde e não lembrar Omar Aziz e os Maus Caminhos

Ex-governadores José Melo e Omar Aziz - foto: arquivo

A tragédia humanitária que o Amazonas está passando, com a pandemia do coronavírus, é semelhante à epidemia da Varíola, no século XVIII, quando Frei José dos Inocentes trouce roupas contaminadas da Europa, para serem distribuídas aos pobres do Amazonas.

Semelhantes às roupas vindas da Europa, o coronavírus só teve outra origem, o continente asiático, mas ainda assim, é uma epidemia que coloca o sistema de saúde do Amazonas à prova e, nos faz lembrar de dois governos recentes, que foram capaz de saquear as verbas da Saúde e deixar hospitais, enfermarias, consultórios e até a administração da saúde em ruínas.

Trauma

Os governadores corruptos, condenados pela opinião publica, um ainda usa tornozeleira eletrônica, que levaram dinheiro da saúde e não investiram na estrutura hospitalar, estão de ‘bico fechado’, em silêncio sepulcral, com o rabo entre as pernas e se ainda tiverem um pouco de humanidade, estão sofrendo com o julgamento de suas próprias consciências. Se é que tem …

Mas, de certo, passam pelo trauma de terem saqueado dinheiro que hoje poderia salvar vidas, inclusive, dos seus ‘amigos’ comparsas ou não.

Conforme diz o pedagogo, Vital Melo, o Amazonas padece do apagão social, econômico e tecnológico porque em certa época, entregou o Estado nas mãos de políticos medíocres, corruptos, que galgaram cargos e posto na política, mas que não pensaram na reestruturação do Estado, tanto econômica, quanto social e política.

Economia Tupiniquim

Nos gabinetes luxuosos do Congresso em Brasília, fala-se muito em reconstrução do Estado, do restabelecimento da sua economia, mas, definitivamente, não se pode contar com dois senadores para isso.

Um, o senador Omar Aziz (PSD), citado pela Justiça, que ficou rico e milionário construindo seu império à custa de propinas retiradas do orçamento do Estado e, o outro, o vereador, digo, senador Plínio Valério (PSDB), empossado em 2019, mas que continua agindo como se fosse um vereador de Manaus.

Também não é possível contar com mais da metade dos deputados federais. Um deles, eleito no Amazonas, mas defendendo policiais militares em Fortaleza-CE. Outros defendendo seus próprios currais eleitorais e o bolso. “Depois que a pandemia do coronavírus passar, para onde vamos, que formato vamos dar à nossa sociedade?” Questiona Vital Melo.

Dai a necessidade de esquecer o formato de tudo que foi feito, para construir uma nova trajetória para a sociedade amazonense ou, continuar atrelado à política tupiniquim de perpetuação da economia à Zona Franca de Manaus (ZFM), e não investir no que temos de melhor, que é a biotecnologia, a riquíssima farmacologia da região.

Nejmi Aziz/Omar Aziz; amor bandido, ela presa ele condenador – foto: arquivo

Operação Maus Caminhos

Mas não devemos apagar da memória e nem deixar pra trás os assaltos aos cofres públicos, os desvios de verbas da Saúde, a aplicação fraudulenta do orçamento estadual em benefício de apadrinhados, as obras superfaturadas feitas por empreiteiros amigos do governador Omar Aziz, tudo denunciado através da operação da Polícia Federal, intitulada Maus Caminhos?

É bom que se diga, que os itens acima estão todos nos autos da Justiça Federal, com condenação e prisão de toda a família Aziz, menos o senador corrupto, que se vale da bendita imunidade parlamentar.

Verdade que não tem mais como reaver o dinheiro saqueado, mas o certo é: a solução para o Amazonas é a biotecnologia, a piscicultura, servir o mundo com o potencial farmacológico da região.

Ninguém vem para o Estado para ver o Teatro Amazonas e passear na floresta cheia de carapanãs. Vem para pesquisar ou piratear as suas riquezas florestais.

1 COMENTÁRIO

  1. O texto mostra toda a sua indignação, porém, possui erros grotescos de ortografia e gramática da língua portuguesa. Palavras como “trouXe”, foi escrita com “c”, outra frase em que diz: (…) dois governos recentes, que foram “capaz (es)”de saquear…” faltou colocar o adjetivo “capaz” no plural, dentre mais alguns erros que vamos encontrando no decorrer da leitura.

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