Rodoviários declaram o presidente da IMMU ‘suspeito’ e pedem a sua exoneração

Rodoviários diz que Paulo Henrique virou figura decorativa a serviço do Sinetram - foto: recorte/arquivo

O presidente do Sindicato dos Rodoviário do Amazonas, Givancir Oliveira, está pedindo a exoneração imediata do presidente do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), Paulo Henrique por prática de suposta corrupção dentro do órgão.

Givancir vai levar a exigência da exoneração, assinado pela diretoria do Sindicato, ao prefeito David Almeida, informando ao executivo que os empresários dos transportes coletivos de Manaus comandam o IMMU, já transformaram o presidente da instituição municipal em mera ‘figura decorativa’ dentro do órgão.

O sindicalista diz que os relatórios de subsídios, as dívidas que supostamente foram deixadas pelas antigas gestões, quem faz os cálculos é o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram), com o IMMU concordando e pagando a conta.

“Paulo Henrique é visto pela diretoria dos Rodoviários e todas as categorias dos transportes urbanos de Manaus como empregado do Sinetram e, que a solução do problema pode ser resolvido com o ‘afastamento imediato’ e o desligamento sumário dele, das funções que hoje exerce no IMMU, por falta de confiança”, denuncia Givancir.

Venda de placas

Há meses os Rodoviários vêm denunciando a ‘simulação de falência e as vendas de placas’ praticadas por empresários das empresas de ônibus, lucrativas, em Manaus. Givancir diz que a maioria das empresas de ônibus sequer tem garagem: “a São Pedro não tem garagem a Veja também não tem, a Via Verde aluga a garagem”, destaca.

Ou seja, os empresários não tem patrimônio em Manaus e podem sair da cidade a qualquer hora e deixar um rombo nas contas dos trabalhadores e dívidas de 20 anos de FGTS, INSS e pagamentos salariais pendentes.

“Isso tem que acabar. Nós confiamos plenamente no prefeito David Almeida, que vai quebrar esse esquema de corrupção que está instalado dentro do IMMU. O Paulo Henrique tem que ser exonerado para que haja paz no meio da categoria, para que os repasses feitos pela Prefeitura aos empresários cheguem aos trabalhadores em forma de FGTS, INSS, salários em dias e outros benefícios. Chega de Paulo Henrique”, sentencia o sindicalista.

NT:

As empresas que possuem garagem própria em Manaus são: a Açaí, a Líder, a Eucatur e a Veja, mas é preciso ficar alerta. Os empresários tem a prática de vender o patrimônio antes e, só depois ‘declaram falência’.

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