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Sema inicia diagnóstico de cadeias produtivas em Unidades de Conservação

Foto: Divulgação/Sema Sladky/AP

A Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), por meio do projeto “Consolidando a implementação de políticas socioambientais no Sistema Estadual de Unidades de Conservação do Amazonas”, iniciou o diagnóstico de cadeias produtivas de 15 áreas protegidas.

Entre as cadeias produtivas que estão sendo estudadas para realização de diagnóstico, estão a mandioca, a banana, o açaí, o pirarucu, a pesca esportiva, o uso público com base comunitária, a castanha, a copaíba e o murumuru.


Foto: Divulgação/Sema Sladky/AP

Os estudos iniciaram em setembro de 2021 e devem ser realizados até o fim do mês de julho de 2022.

As Unidades de Conservação (UC) beneficiadas são: Área de Proteção Ambiental (APA) Caverna do Maroaga; Floresta Estadual de Maués; Reservas Extrativistas (Resex) Catuá-Ipixuna, Resex do Rio Gregório; Resex Canutama; Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Cujubim; RDS do Juma; RDS Rio Negro; RDS Piagaçu-Purus; RDS do Rio Amapá; RDS Rio Madeira; RDS Uatumã; RDS Uacari; RDS Amanã e RDS Mamirauá.

Foto: Divulgação/Sema Sladky/AP

Consolidação

Por meio do projeto, o Estado investiu mais de R$ 4,3 milhões em recursos humanos, para apoiar a manutenção e a consolidação de 15 Unidades de Conservação geridas pelo Estado.

O projeto tem como meta o diagnóstico de 24 cadeias produtivas. E a realização de 15 capacitações para o aprimoramento da produção rural e de produtos da bioeconomia e suas cadeias produtivas, nas Unidades de Conservação (UC).

Foto: Divulgação/Sema Sladky/AP

Até o momento, foram realizados 15 diagnósticos e duas capacitações. As formações foram de guia de pesca e beneficiamento de pescado, para moradores da RDS do Juma.

O projeto também prevê o apoio ao empoderamento e fortalecimento de organizações comunitárias; apoio aos processos de elaboração e revisão dos Planos de Gestão de UCs; apoio aos processos de funcionamento de conselhos gestores de UCs; entre outras atividades.

Foto: Divulgação/Sema Sladky/AP

A ideia é que o diagnóstico das cadeias produtivas possa fortalecer a bioeconomia no estado e gerar renda para os comunitários.

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