SENAI inaugura laboratório para captação de empreendedores e empresas incubadas

Laboratório objetiva captação de empreendedores/Foto: Divulgação

Laboratório objetiva
Laboratório tem vários objetivos/Foto: Divulgação

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), através do Instituto de Inovação (ISI), inaugurou ontem, quarta-feira (19), o ‘Laboratório Aberto SENAI Amazonas’, espaço é destinado ao desenvolvimento de protótipos eletrônicos, consultorias, capacitação e trocas de ideias entre empreendedores, investidores, técnicos e empresários do ramo de start up instaladas em incubadoras.

A inauguração fez parte da programação nacional da instituição denominada ‘Mundo SENAI’ e que, em âmbito local, as unidades abriram as portas para um dia de visitação em seus ambientes de ensino, aprendizagem e transferência tecnológica. O ‘Laboratório Aberto SENAI Amazonas’ possui parceria do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio da Sibratecshop; do Serviço de Apoio as Micro e Pequenas Empresas do Amazonas (Sebrae); Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-AM) e Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O objetivo do laboratório é de facilitar o acesso a equipamentos, softwares e centros de aprendizagem a novos empreendedores, a área principal de atuação será eletroeletrônica, com prototipagem de circuitos e dispositivos, além de estimular a interação entre usuários para que eles possam trabalhar em soluções inovadoras.

Mesa redonda sobre os desafios da Inovação

Durante a solenidade de inauguração, a mesa redonda ‘Desafios de Inovação, com o foco regional’ debateu a temática e a promoção de ambientes inovadores locais.

O objetivo do laboratório é de facilitar o acesso a equipamentos, softwares e centros de aprendizagem a novos empreendedores. (Foto: Divulgação)

Participaram do debate a diretora-presidenta da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), Maria Olívia Simão; o diretor do Instituto Senai de Inovação em Microeletrônica, José Roberto Casarini; o representante da Associação de Jovens Empresários do Amazonas (AJE), José Luiz Brandão; o gerente do Instituto Senai de Tecnologia e Inovação, Fábio Reis; a gestora nacional do Programa Sibratecshop pelo MCTI, Cristina Shimoda Uechi; a diretora presidente da Rede Amazônica de Instituições em Prol do Empreendedorismo e Inovação (Rami), Jane Márcia Moura; a gestora de incubadora do Instituto Federal de Educação do Amazonas (Ifam), Maria Goretti de Araújo.

Na ocasião, a diretora-presidenta da FAPEAM, Maria Olívia Simão, ressaltou o dever de se melhorar os mecanismos de interação para alcançar melhor o público empreendedor, além da necessidade de articulação entre os representantes de instituições que atuam com inovação, no sentido de aperfeiçoar a legislação vigente.

Maria Olívia afirmou ainda que a FAPEAM conseguiu fechar o orçamento de 2015 com a proposta de um edital de subvenção somente com recursos do Amazonas, com uma linha voltada exclusivamente para jovens empreendedores. “Queremos estar nesse movimento de inovação. Queremos que as pessoas coloquem suas ideias no mercado”.

Para o representante da AJE, José Luiz Brandão, os jovens empreendedores querem participar mais das parcerias. “Os estímulos nos auxiliam na capacitação. Chegar à indústria por meio dessas parcerias que estamos vislumbrando é muito importante”.

Já para a gestora de incubadora do Ifam, Maria Goretti de Araújo, o laboratório aberto é de fundamental importância para a promoção das empresas incubadas. “O laboratório só vem somar para que as empresas alcancem seus objetivos”.

Saiba mais sobre o Sibratecshop/MCTI

SibratecShop é uma ferramenta do Sistema Brasileiro de Tecnologia (Sibratec), projeto do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para facilitar o acesso a equipamentos, softwares e centros de aprendizagem para novos empreendedores. O SibratecShop também tem como princípio ajudar na formação de novas empresas.

Levantamento do MCTI é que seis em cada dez estudantes universitários pensam em abrir seu próprio negócio. No tocante à CT&I, há atualmente 400 incubadoras de base tecnológica, com cerca de três mil empresas incubadas.

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