
Durante agenda do Ministério da Educação (MEC) na Universidade Federal do Amazonas (Ufam), o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam) fez duras críticas à gestão do governador Wilson Lima e classificou a situação da rede estadual de ensino como de “abandono brutal”.
De acordo com o representante da entidade, há unidades escolares sem merenda, falta de carteiras e registros de alunos assistindo às aulas sentados no chão. As denúncias também foram direcionadas ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), responsável por repasses federais que financiam programas educacionais.
O sindicato afirma que os problemas atingem tanto escolas da capital quanto do interior do estado. Além das deficiências estruturais, a entidade criticou o aumento de 25 minutos na carga horária dos trabalhadores da educação, implementado em meio ao que descreve como um cenário de colapso nas unidades de ensino.
Durante a manifestação, foi destacado que o governo estadual já teria arrecadado mais de R$ 200 bilhões ao longo da atual gestão, enquanto, segundo o sindicato, faltam condições básicas para o funcionamento adequado das escolas. Para o Sinteam, a situação evidencia falhas graves na gestão e na definição de prioridades na aplicação dos recursos públicos.
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A entidade informou que pretende formalizar as denúncias junto à Controladoria-Geral da União (CGU) e ao Ministério Público Federal (MPF), solicitando fiscalização e apuração sobre a destinação das verbas destinadas à educação no Amazonas.




