
Meses antes de assumir como deputado federal pelo PL, em fevereiro de 2023, Paulo Bilynskyj já tinha a demissão recomendada pela Delegacia Geral da Polícia Civil, em São Paulo.
O Conselho da Polícia Civil entendeu, na época, que o policial endossou cultura de estupro e racismo por sua conta ter, segundo o colegiado, compartilhado um vídeo originalmente publicado pela empresa Estratégia Concursos.
Integrante da “bancada da bala”, ele acumula um histórico conturbado desde o início da carreira.
Desde o estágio probatório, iniciado em 2012, houve recomendação para que ele não fosse aceito na corporação. Hoje, responde a três processos disciplinares e está sem arma funcional e distintivo desde outubro de 2022.

O processo de demissão segue em andamento, mas está suspenso por “questões políticas”, já que precisa da homologação do Executivo estadual. No caso de Bilynskyj, por ser delegado, o governador (Tarcísio de Freitas) precisa assinar o pedido.
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