
A Superintendência Regional do Trabalho no Amazonas (SRT-AM), informou hoje, 30/07, que o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Givancir de Oliveira, não entregou as Convenções Coletivas de Trabalho (CCT) da categoria, referente aos anos de 2023, 2024, 2025 e nem a de 2026.
De acordo com informação do órgão federal, a última Convenção Coletiva de Trabalho protocolada pelo presidente pré-candidato, Givancir dos Rodoviários de Oliveira, foi em 2022, já com atraso. De lá até 2026, ele deixou de cumprir obrigações e direito conquistado por Lei e, deu margem para que os empresários fizessem o que bem entendenssem com os seus funcionários. Inclusive, demitir por justa causa, sem motivos para isso.
Resposta dada
A resposta da SRT (antiga DRT), foi em em função de um documento protocolado pelo motorista Pedro Henrique Azevedo Frazão, sob o número – 13621.212011/2026-12, no dia 27 de julho de 2026.
Nos quatro anos que o Sindicato deixou de entregar a CCT ao órgão federal, os trabalhadores sofreram todo tipo de assédio, atrasos de pagamentos, de horas extras, adicionais sem serem pagos, tiveram de usar banheiros em péssimas condições, tudo porque não tinham amparo legal para reclamar na Justiça do Trabalho.
A última convenção coletiva de Trabalho inserida no Sistema Mediador do Trabalho, pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários é do período de 2022/2023. Ou seja, quatro anos falhando com os trabalhadores.
Inclusive, o assédio foi tanto, que diretores do Sindicato chegaram até a ameaçar trabalhadores e jornalistas, que noticiaram a falha (proposital) deles, nas redes sociais e nos portais de notícias da cidade, de entrarem com processo na Justiça Civel.
Diante disso, a SRT exigiu que o Sindicato dos Rodoviários entregue as Convenções dos quatro anos não inseridas no Sistema.
Veja documento da SRT-AM




