
A Aneel aprovou reajustes nas tarifas de energia que vão atingir cerca de 22 milhões de consumidores no Brasil. As altas entram em vigor imediatamente ou após publicação oficial e são causadas principalmente pelo aumento de custos de transmissão, compra de energia e encargos setoriais. Em 2026, o país volta a registrar pressão de alta nas tarifas após um ano anterior de estabilidade ou quedas em algumas regiões.
Os reajustes variam conforme a distribuidora e o tipo de consumo, com impacto maior na indústria (alta tensão) em geral.
Destaques por distribuidora:
- CPFL Paulista (SP): maior aumento médio, 12,13%, chegando a 18,75% na indústria e 9,25% nas residências.
- Energisa MS: alta média de 12,11%.
- Neoenergia Coelba (BA): média de 5,85%, com impacto menor nas residências (3,93%).
- Enel Ceará: aumento médio de 5,78%.
- Energisa MT: alta de 6,86%.
- Neoenergia Cosern (RN): média de 5,40%.
- Energisa Sergipe: alta de 6,86%.
- CPFL Santa Cruz (SP): maior revisão proporcional, 15,12%, com até 17,86% para residências.
Em resumo, a maioria dos estados terá aumentos entre 5% e 12%, com algumas exceções acima disso, especialmente em São Paulo.
Fonte: R7




