Estudantes participam de ação de combate ao bullying, em Manaus

Alunos ouvem atentamente a palestra da educadora/Foto: Cleomir

Alunos ouvem atentamente a palestra da educadora/Foto: Cleomir
Alunos ouvem atentamente a palestra da educadora/Foto: Cleomir Santos
Erina faz a festa da paz com os participantes da ação/Foto: Cleomir Santos
Irina faz a festa da paz com os participantes da ação/Foto: Cleomir Santos

Mais de 100 alunos do 1º ao 5º ano da Escola Municipal Gelcy Sena Abrantes, se reuniram na quadra da unidade de ensino, ontem (23), para uma manhã de combate ao bullying, como parte do plano de ação de Gestão Integrada da Escola (Gide), para erradicar qualquer tipo de discriminação entre os participantes da comunidade escolar.

O tema é debatido de forma interdisciplinar, em sala de aula, desde o início do ano e ontem, os alunos receberam a visita da Princesa Irina, personagem criado para ensinar as crianças a amarem e respeitarem o próximo, independe das diferenças. Irina, que significa “aquela que traz paz”, foi até a escola levar a mensagem de amor e harmonia.

“Desde o início do ano a gente vem trabalhando as questões de violência e bullying na escola. Os professores trabalham de forma individualizada e interdisciplinar em sala de aula. Eles utilizam peças teatrais, fantoche, danças, tudo para atrair a atenção dos alunos para essa questão. A Princesa Irina surgiu como uma maneira lúdica de ensinar as normas e condutas da escola. Acreditamos que assim, eles entendem mais facilmente e aceitam de forma prazerosa”, explicou a professora Adriana Nery, que coordenou a atividade.

A aluna Kássia Maria Coelho, 10, do 4º ano, lembrou que alguns colegas a chamavam de coelho por conta de seu sobrenome e que a “brincadeira” incomodava. Depois de aprenderem sobre o bullying, segundo ela, os colegas pararam. “Era muito chato. Eu ficava muito irritada. Mas quando a professora explicou que temos que respeitar os colegas e que não podemos apelidar ninguém, eles pararam”, contou.

Já Thiago Henrique Pinto, confessa que bagunçava com alguns colegas, chamando-os de “gordo e baixinho”, mas que, agora, aprendeu a lição de respeitar as diferenças.

“Eu aprendi que a gente não deve xingar os colegas nem por brincadeira, que não devemos desrespeitar ninguém e aceitar as pessoas como elas são. E também aprendi que devemos respeitar os professores porque eles nos amam”, disse.

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