
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou ontem, durante evento da Associação Brasileira de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), em São Paulo, mudanças no Programa Farmácia Popular.
As novas regras, publicadas em portaria no Diário Oficial da União, modernizam os sistemas de fiscalização e preveem o uso de inteligência artificial. Irregularidades não resultarão mais automaticamente em suspensão: a medida dependerá do nível de risco.
As farmácias também terão de renovar o credenciamento a cada dois anos, e o governo poderá ampliar a rede em regiões com baixa cobertura.
Um grupo de trabalho estudará ainda a inclusão de exames, testes rápidos, teleatendimento e acompanhamento de pacientes nas unidades. A expectativa é concluir as propostas até o fim deste ano, com possível implementação a partir de 2027.
Atualmente, o programa reúne cerca de 28 mil farmácias, está presente em mais de 4,9 mil municípios e atendeu 27,3 milhões de pessoas em 2025.




