
A Argentina terá de disputar pelo menos um jogo com apenas 50% do estádio aberto por atos discriminatórios de torcedores durante a Copa do Mundo. A Fifa também puniu jogadores e membros da comissão técnica por incidentes na final.
Leandro Paredes foi suspenso por 10 jogos e multado em US$ 90 mil. Nahuel Molina recebeu gancho de sete partidas e multa de US$ 90 mil. Thiago Almada e o espanhol Gavi foram suspensos por um jogo e multados em US$ 30 mil cada. Roberto Ayala, da comissão técnica argentina, recebeu três jogos de suspensão e multa de US$ 30 mil.
A AFA foi multada em US$ 321 mil, dos quais US$ 100 mil ficam suspensos por um ano. A federação também terá de investir US$ 100 mil em um plano contra a discriminação. A punição inclui ainda dois jogos em casa com 50% da capacidade, sendo a segunda partida suspensa em caso de reincidência.
As sanções consideram cantos e gestos racistas, homofóbicos e discriminatórios de torcedores, arremesso de objetos, falhas de segurança e a exibição de uma bandeira das Malvinas.
A AFA informou que pedirá os fundamentos das decisões e poderá recorrer à Fifa e, posteriormente, à Corte Arbitral do Esporte (CAS).
Como a Argentina será uma das sedes da Copa de 2030 e pode não disputar as Eliminatórias, a punição de público poderá ser cumprida em amistosos caso não haja jogos oficiais em casa no período.




