Governo do Estado garante direito à segurança alimentar a 800 mil pessoas

Foto: Miguel Almeida

Um dos grandes desafios do Governo do Amazonas em 2020 foi executar, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas), a política de segurança alimentar e nutricional voltada à população em situação de vulnerabilidade social, por conta da disseminação do novo coronavírus. Mesmo assim, os restaurantes e cozinhas populares serviram 423.656 refeições e 741.941 litros de sopa, respectivamente.

A Seas, por meio do Projeto de Fortalecimento à Garantia do Direito Humano à Alimentação Adequada, apoia a oferta serviços de alimentação coletiva em quatro restaurantes localizados nos bairros Centro (zona sul), Compensa (zona oeste), Novo Israel (zona norte) e Jorge Teixeira (zona leste). As três cozinhas populares, localizadas no Rio Piorini (zona norte), Parque São Pedro (zona oeste) e Alfredo Nascimento (zona norte), complementam a oferta de alimentação segura e saudável.

Foto: Miguel Almeida

A secretária de Assistência Social, Maricília Costa, avalia que esses equipamentos socioassistenciais foram fundamentais para garantir a segurança alimentar da população em situação de vulnerabilidade na pandemia.

Estes equipamentos públicos estão sob a responsabilidade do Departamento de Proteção Social Básica (DPSB), via Gerência de Ações Descentralizadas de Segurança Alimentar e Nutricional (Gadsan). Para a gerente da Gadsan, Kaliny Alves, a possibilidade de ofertar uma melhor condição nutricional em meio à pandemia foi um estímulo desafiador.

Foto: Miguel Almeida

Nos 12 meses do ano, 297.600 pessoas em situação de insegurança alimentar foram alimentadas nos quatro restaurantes populares do Governo do Amazonas com uma refeição nutritiva e balanceada ao preço simbólico de R$ 1,00, por conta de uma parceria público-privada.

No mesmo período, as três cozinhas serviram 567.298 pessoas com sopas de cardápios variados elaborados por nutricionistas, a custo zero.

Pontos de coleta – No dia 13 de abril de 2020, os equipamentos passaram a executar as atividades na modalidade ponto de coleta de alimentos, ou seja, os usuários não realizavam refeições no local, apenas as coletavam para consumir em casa.

Alimentação adequada – Além de seguir as estratégias para o enfrentamento das desigualdades sociais e acesso para oportunizar uma alimentação com qualidade, a Seas se fundamentou da Lei Orgânica de Assistência Social, Lei nº 8.742/1993, bem como da Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional, Lei nº 11.346/2006, para garantir o Direito Humano à Alimentação Adequada.

Foto: Miguel Almeida

O cardápio inclui arroz, feijão, macarrão, salada e uma proteína variada (frango, carne, fígado, peixe e outros). As senhas para ter acesso às refeições começam a ser vendidas às 8h, com prioridade para os aposentados e portadores de necessidades. Às 11h começa o horário do almoço, que se estende até as 13h.

Já as sopas, servidas gratuitamente nas cozinhas populares, têm o patrocínio do Governo do Estado. Os sabores são variados: sopa de carne com verduras e legumes; carne, calabresa, verduras e legumes; carne, mocotó, verduras e legumes; de feijão, bucho, verduras e legumes.

 

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