Governo paga desapropriações e acelera o ritmo de construção do Anel Viário de Humaitá

Imóveis estavam situados no trajeto da via e foram retirados - Foto: Divulgação/Seinfra

O Governo do Amazonas concluiu o pagamento de indenizações aos proprietários de imóveis e terrenos situados na área de influência da obra de construção do Anel Viário de Humaitá (a 590 quilômetros de Manaus).

Os imóveis foram desapropriados para que a obra tivesse continuidade sem ter seu cronograma prejudicado.

Com investimento da ordem de R$ 4.487.332,00, foram pagas as indenizações referentes a 58 desapropriações, entre casas e terrenos. Os pagamentos foram realizados pela Superintendência Estadual de Habitação, Suhab, com recursos oriundos da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Região Metropolitana de Manaus (Seinfra), responsável pela obra, de acordo com o Decreto Expropriatório de nº 43.147, publicado no Diário Oficial do Estado, em 3 de dezembro de 2020.

Com 11,5 quilômetros de extensão, a obra estava restrita aos oito quilômetros iniciais, ou seja, até a ponte, em razão da existência de imóveis dentro do traçado do Anel Viário, que impediam a continuidade dos serviços.

Foto: Divulgação/Seinfra

“Com a conclusão do pagamento das desapropriações, nós poderemos acelerar o ritmo da obra nos três quilômetros finais e cumprir com o cronograma”, informou o engenheiro responsável pela construção do Anel Viário de Humaitá, Franquimar Cidrônio, da Seinfra.

A obra apresenta o avanço de 58,79% de execução e previsão de conclusão para dezembro deste ano.

Benefícios

O anel viário de Humaitá reduzirá o fluxo de veículos pesados no perímetro urbano de Humaitá, uma vez que tanto os caminhões quanto as carretas de soja desviarão da área central da cidade, seguindo para o porto graneleiro. A obra também promoverá o crescimento dos empreendimentos existentes e impulsionará a chegada de novos investimentos.

Com 56.144 habitantes, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referentes a 2020, o município de Humaitá, distante 590 km de Manaus em linha reta, está situado na calha do rio Madeira, na região sul do Amazonas.

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