
Obedecendo órdens do grupo político de Wilson Lima e Roberto Cidade (União Brasil), a pré-candidata a vice-governadora na chapa de Omar Aziz, Alessandra Campelo acumula histórico de votos e articulações na Aleam que taxaram aposentados em 14%, aumentaram impostos sobre luz e combustível e barraram a data-base e o reenquadramento das forças de segurança do Amazonas
É com estas credenciais que a deputada Alessandra Campelo desempenhou o papel de protagonista na aprovação do chamado “pacote de maldades” nos sete anos do governo de Wilson Lima (União Brasil) e, sempre ao lado do também liderado da época, o presidente da Assembléia Legislativa do Estado (Aleam), Roberto Cidade (União Brasil).
No contexto geral, a parlamentar atuou ativamente para empobrecer a população amazonense e reter direitos históricos do funcionalismo público estadual.
Contra a Data Base
No campo dos serviços públicos e forças de segurança, a atuação de Campelo foi decisiva para barrar avanços das categorias. A deputada atuou fortemente na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) contra o pagamento da data-base e o reenquadramento funcional dos policiais civis, policiais militares e bombeiros militares, deixando a segurança pública sem a recomposição salarial e a valorização de carreira previstas em lei.
A ofensiva contra o funcionalismo atingiu em cheio os inativos. A parlamentar votou e articulou a aprovação do aumento da alíquota de contribuição previdenciária dos servidores aposentados e pensionistas, elevando a taxação de 11% para 14%, o que provocou um confisco no poder de compra de quem trabalhou durante décadas pelo Estado.
Apoio cego de Alessandra
Para a população em geral, o apoio cego da parlamentar às matérias do Executivo resultou no encarecimento direto do custo de vida. Alessandra Campelo ajudou a aprovar o aumento das taxas cobradas pelo Detran-AM, além da elevação das alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidentes sobre a conta de energia elétrica, o gás de cozinha e os combustíveis.
A guinada para a chapa oposicionista de Omar Aziz ocorre após anos de blindagem aos projetos impopulares de Wilson Lima e Roberto Cidade.
O histórico de votos na Aleam, no entanto, permanece como o registro documental das escolhas políticas da parlamentar quando teve o poder de decidir o orçamento e os direitos da população do Amazonas.




