‘Pagodeiro do Auxílio Emergencial’ admite erro, mas pede direito de resposta

Pagodeiro Afonsinho nega e ao mesmo tempo admite que recebe Auxílio Emergencial do governo para os momentos difíceis que está passando - foto: do perfil do Facebook

Querendo se defender, mas mesmo convencido de que não existe explicação para ele ter recebido R$ 200,00 do Auxílio Emergencial da Prefeitura Municipal de Presidente Figueiredo, e participar da lista de necessitados, o pagodeiro Afonso Celso Jereissati Linhares Filho (o Afonsinho Linhares), entrou nos comentários do Facebook do Correio da Amazônia, exigindo ‘direito de resposta”.

Mais tarde, ele foi incentivado por um amigo de página social, Wellington de Souza, que disse para Afonsinho “botar pra cima” e, ele botou. Se justificou, disse que reconhecia o erro, que não foi ele quem se inseriu na relação do Auxílio Emergencial e que pedia desculpas por ter recebido e, ainda assim, pede retratação do Correio da Amazônia.

 

Falou que é um rapaz modesto, que vive só da música e que passa momentos difíceis nestes dias de lockdown. Infelizmente ele ‘esqueceu’ de dizer que tem um salário de R$ 1.417,90 pelo cargo comissionado – C2, na Prefeitura de Presidente Figueiredo.

Pois bem, vamos publicar os comentários do pagodeiro e Cargo Comissionado da prefeitura, Afonsinho Linhares, como direito de resposta. Retratação, não nos cabe. Os documentos publicados comprovam que ele está na ‘lista dos necessitados’, que recebem o Auxílio Emergencial do governo para cobrir despesas domiciliares em época de pandemia.

Veja os comentários do Pagodeiro do Auxílio Emergencial:

Vejam os documentos que comprovam ele na lista de necessitados do Auxílio Emergencial e de cargo comissionado da Prefeitura:

 

Afonsinho Linhares na relação de cargos comissionados da Prefeitura de Presidente Figueiredo – foto: recorte
Afonsinho Linhares aparecendo na relação do Auxílio Emergencial – foto: recorte

Devido a repercussão que tomou o fato em toda a cidade de Presidente Figueiredo, Afonsinho Linhares tomou a decisão de renunciar o Auxílio Emergencial, veja carta:

 

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