
A campanha do presidente Lula levou ao horário eleitoral um vídeo sobre o senador Flávio Bolsonaro, chamado de “currículo” recheado de escândalos e ilações, que alcançou 10 milhões de visualizações nas redes sociais
A peça deve permanecer no ar ao menos até esta segunda-feira (31), conforme a estratégia do comitê eleitoral. Com informações de noticias.uol.com.br.
O vídeo tem 30 segundos e reúne episódios que envolvem o senador, do ‘escândalo das rachadinhas’ ao pedido de R$ 134 milhões ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme que retrata a vida do presidiário, Jair Messias Bolsonaro, a cinebiografia “Dark Horse”.
As equipes do programa de TV e da campanha digital produziram o material, exibido tanto no horário eleitoral quanto nas inserções da coligação do Partido. Dirigentes do PT e integrantes do alto escalão do governo também distribuíram a imagem do “currículo” nas redes sociais.
Tem candidato dando entrevista na TV Globo. Para quem ainda não conhece, vale conferir o currículo. pic.twitter.com/aaDBWO6Rbc
— Lula (@LulaOficial) August 29, 2026
O Pior dos Bolsonaros
A campanha criou o site “O Pior dos Bolsonaros”, registrado no Tribunal Superior Eleitoral, para concentrar o material. A página disponibiliza 11 vídeos para compartilhamento por militantes e afirma que Flávio seria “o pior dos Bolsonaros”.
O site dá destaque à relação entre Flávio e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, preso por crimes financeiros e corrupção. Reportagens do Intercept Brasil divulgaram mensagens e planilhas sobre o pedido de recursos, apontando que R$ 61 milhões teriam sido pagos.
Flávio disse não ver problema em ter pedido dinheiro ao banqueiro. O senador ainda não apresentou a prestação de contas que havia prometido sobre o uso dos recursos.
Outro eixo da campanha recupera declarações de integrantes da família Bolsonaro e de seu entorno em defesa de medidas do governo Donald Trump contra o Brasil.
Em mais uma mentira contada em rede nacional, na sabatina do Jornal Nacional da Globo, Flávio Bolsonaro tentou livrar o irmão Eduardo Bolsonaro, da responsabilidade pelas tarifas impostas aos produtos brasileiros e mentiu dizendo que o responsável era o presidente Lula.
Com informações do DCM




