25 de Março conquista o bicampeonato da Liga Olé de Futsal na Arena Amadeu Teixeira

Fotos: Anderson Silva/Sejel

Jogo nervoso, pegado e decidido nos pênaltis. Assim foi a final da Liga Olé de Futsal na noite desta segunda-feira, dia 23, na Arena Amadeu Teixeira (Loris Cordovil). A partida terminou com o bicampeonato do 25 de Março, depois de empatar no tempo normal em 2 a 2 e vencer o Real SWB nos pênaltis por 3 a 2. A competição recebeu apoio do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Juventude, Esporte e Lazer (Sejel).
Favorito para levantar o caneco, o 25 de Março não teve qualquer facilidade no confronto e saíram atrás no placar ainda no início de jogo. O Real só cedeu o empate nos minutos finais do primeiro tempo. Na segunda etapa, o jogo equilibrado e tenso acabou na virada do time do Coroado que passou a atacar mais. Com a defesa exposta, o Real marcou o segundo gol e levou a decisão para os pênaltis. Nas cobranças, o 25 soube manter a tranquilidade e acabou vencendo por 3 a 2 o time do bairro Petrópolis.

“Foi uma partida um pouco complicada e também difícil. O Real é rápido e eles jogam muito bem. Acredito que foi a partida mais difícil da competição para todos nós, mas com calma conseguimos o bicampeonato”, comemorou o treinador e fixo do time, Amarildo Marques.

Fotos: Anderson Silva/Sejel

Criada a menos de um ano no bairro Petrópolis, na Zona Sul de Manaus, o Real colhe os frutos desse nascimento. Na segunda competição em que o time disputa, este é o segundo vice-campeonato da equipe.

“Bateu na trave novamente. Mas acho que faltou um pouco mais de vontade. Se o time se entregasse, só um pouco mais, acho que estaríamos com o título. Foi nossa segunda final e nosso segundo vice-campeonato. Vamos disputar outras competições para ficar em primeiro lugar”, declarou o presidente e pivô do Real, Salatiel Bruno.

Fotos: Anderson Silva/Sejel

Valorização do futsal amador

Criada para “movimentar” as equipes amadoras dos bairros de Manaus, a Liga Olé também arregimentou equipes federadas. Com 40 times da capital e do interior, a competição distribuiu mais de R$ 7 mil em prêmios nesta terceira edição. A boa aceitação dos times, a procura de mais equipes e a parceria com a Sejel, que cedeu os ginásios da Vila Olímpica e do Amadeu Teixeira, fazem os organizadores se planejarem para uma próxima edição ainda mais marcante.

“Nossa competição permite que um time de bairro possa jogar no Amadeu Teixeira, nosso principal ginásio da capital, cedido pela Sejel. A Liga Olé surgiu para dar mais visibilidade, principalmente para os times de bairros que pouco jogam em quadras de qualidade. Vamos organizar a quarta edição e pretendemos oferecer uma premiação ainda maior”, afirmou o organizador da disputa, João Vieiralves.

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