
Fenômeno será visível em praticamente todo o país; horário do auge varia conforme a região
Um eclipse lunar parcial poderá ser observado em praticamente todo o Brasil na noite de 27 de agosto e madrugada de 28 de agosto de 2026. A visibilidade dependerá das condições meteorológicas em cada região.
O fenômeno poderá ser acompanhado de cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Manaus, Belém, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Cuiabá e Campo Grande.
Qual será o horário do eclipse?
Em cidades que seguem o horário de Brasília, como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, o auge do eclipse está previsto para 1h12 de 28 de agosto. Em Campo Grande e Manaus, o máximo ocorrerá por volta de 0h12, devido à diferença de fuso horário.
Os horários podem variar conforme a localização, por isso é recomendável consultar o horário do fenômeno na cidade onde será feita a observação.
Lua poderá ficar avermelhada
Durante o eclipse, parte da Lua entrará na região mais escura da sombra da Terra, chamada umbra. A passagem pode deixar o satélite com tons avermelhados ou alaranjados — efeito que popularmente recebe o nome de “Lua de sangue”.
A coloração ocorre porque parte da luz solar atravessa a atmosfera terrestre antes de chegar à Lua. Os tons azulados são mais espalhados, enquanto a luz vermelha e alaranjada consegue atravessar a atmosfera com maior facilidade.
O fenômeno de agosto, porém, será parcial, e não total. Apenas uma parte do disco lunar ficará dentro da umbra.
Como observar
O eclipse poderá ser visto a olho nu e com segurança, sem necessidade de óculos ou filtros especiais. Para uma melhor observação, especialistas recomendam:
- escolher um local com pouca iluminação artificial;
- procurar um ponto com visão ampla do céu;
- evitar prédios e árvores que bloqueiem a Lua;
- verificar a previsão do tempo;
- usar binóculos ou telescópio para observar detalhes da superfície lunar.
O eclipse ocorre quando Sol, Terra e Lua ficam alinhados, com a Terra entre o Sol e a Lua. O satélite, que estará cheio, atravessa então a sombra projetada pelo planeta.
Antes e depois da fase parcial, a Lua também passa pela penumbra, uma região mais clara da sombra terrestre. Essa etapa provoca uma mudança mais discreta no brilho e pode ser difícil de perceber a olho nu.




