Nova arte de Banksy critica espionagem de governos ocidentais

Na pintura, espiões com sobretudo instalam escutas nas linhas de uma cabine telefônica.

Na pintura, espiões com sobretudo instalam escutas nas linhas de uma cabine telefônica.
Na pintura, espiões com sobretudo instalam escutas nas linhas de uma cabine telefônica.
Grafite critica espionagem de cidadãos empreendida por governos
Reprodução/Street Art News

Segunda arte ainda não foi localizada, e critica obsessão moderna
Divulgação/Banksy.com

Após passar um mês em Nova York, no final de 2013, e uma pequena temporada sem novas obras, o artista britânico Banksy voltou ao seu país natal e fez outras duas novas artes nas ruas inglesas.

A mais importante delas está conectada aos mais recentes acontecimentos envolvendo espionagem e vigilância por parte de governos. Na pintura, espiões com sobretudo instalam escutas nas linhas de uma cabine telefônica.

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A arte foi feita na cidade de Cheltenham, no distrito de Gloucestershire, a 152 km de Londres. A cidade não foi escolhida aleatoriamente, já que abriga a sede da GCHQ (Government Communications Headquarters, a agência de inteligência britânica que cuida de informações dos meios de comunicação, nos mesmos moldes da Agência de Segurança Nacional, NSA, americana).

Ainda falta a confirmação de que a peça pertence ao famoso grafiteiro, mas especialistas em arte de rua contaram a BBC que têm “quase certeza” que arte é legítima.

Não muito tempo depois, uma nova arte de Banksy foi revelada no site oficial do artista. O alvo da crítica é a atual geração de obsessivos por tecnologia. Um casal abraçado, mas preocupados apenas com os próprios smartphones, já foi apontado como um dos melhores retratos dos relacionamentos modernos.

Ainda não se sabe onde está grafitada essa nova obra, mas é apenas questão de tempo para fãs do artista a localizarem.

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