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Romeiro se complica e Câmara pode cassá-lo nos próximos dias

Para Romeiro e Mário Abrahão só restam a sorte e a influência junto à justiça eleitoral - foto: arquivo
Redação
Escrito por Redação

A situação política do prefeito de Presidente Figueiredo, Romeiro Mendonça (PDT) e de seu vice, Mário Abrahão (PDT), está se complicando devido a redução drástica da sua base de apoio na Câmara de Vereadores. O assunto está fortemente badalado nas redes sociais da cidade e deve ter um desfecho não favorável ao executivo, nos próximos dias.

Dos 11 vereadores eleitos em 2016, Romeiro pode contar com apenas três votos. Esse número caiu para três, depois da ‘extinção de mandato do cargo de vereador do senhor Marcos Antônio Nascimento Silva (PSB), pela Câmara de Vereadores do município de Presidente Figueiredo. Com isso, a situação do prefeito ficou ainda pior.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Estão na oposição ao prefeito os vereadores Jonas Castro (PSB), Anderson Leal (MDB), Fernando Vieira (PTdoB), Patrícia Lopes (MDB), Francisco de Assis Arruda (PSDB), Inês Sampaio (PSB), Ricelli Pontes (PDT) e agora o suplente Jerry Azevedo (DEM), que assume a vaga de Marcos Antônio Nascimento. Esse grupo pode cassar o prefeito nos próximos dias por todos os processos já movidos contra ele desde a eleição em 2016.

Mesa inquisidora do prefeito Romeiro Mendonça de presidente Figueiredo – foto: arquivo

Para interlocutores políticos do município, o grupo liderado pelo vereador Jonas Castro, na Câmara de Vereadores é o mesmo que administrava a prefeitura antes de Romeiro Mendonça.

Ou seja, os mesmos que ocupavam cargos na prefeitura se mudaram para a Câmara com as mesmas atribuições. Uma briga de poder, que só vai terminar com a cassação do prefeito ou com uma nova eleição em 2020.

Romeiro hoje, só tem três vereadores que ainda o defendem nas pautas da Câmara, Simão Pacheco (PR) e Mário Caranha (PR) e Odimar Cipriano (PDT) e, antes com o Marco Antônio, que foi cassado. Lembrando ainda que os vereadores Inês Sampaio e Francisco Assis estão na mesma situação do vereador cassado. Não justifica, no caso, a Câmara não fazer uso do mesmo veneno dado ao Marco Antônio e, não  não cassá-los na mesma seção.

“Com esse número reduzido, é certo que o prefeito não se sustenta no cargo”, avalia analistas político local. A cassação também é traumática porque envolve o vice-prefeito Mário Abrahão. Ou seja, estará cassada toda a chapa a pouco mais de um ano das eleições municipais de 2020.

Se haverá tempo hábil para uma nova eleição esse ano, só o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) vai saber dizer. Por enquanto, quem está dando as cartas é o vereador Jonas Castro, mas Romeiro conta com forte influência nas esferas da justiça eleitoral, que pode segurá-lo no cargo e evitar mais um trauma para a população de Presidente Figueiredo, que desde 2016 vive sob os abalos da política desencontrada promovida pela Câmara de Vereadores.

Para Romeiro e Mário Abrahão só restam a sorte e a influência junto à justiça eleitoral – foto: arquivo

O município está literalmente parado porque o legislativo quer assim. Ou seja, a liderança da oposição na Câmara trabalha de forma que todas as emendas do executivo sejam rejeitadas. Muitas delas, são diretamente ligadas a obras de melhoramento da cidade, mas que a Câmara entende como sendo uma pendenga pessoal com o prefeito e veta tudo que entra na Casa.

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