
Em 2026, o Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) reforça as ações de transparência e segurança voltadas à preparação das Eleições. Entre elas, destacam-se as diferenças entre duas importantes formas de auditoria do sistema eleitoral, a Inspeção dos Códigos-Fonte e o Teste Público de Segurança da Urna (TPS). Promovidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), essas iniciativas asseguram fiscalização técnica qualificada e o aperfeiçoamento contínuo da tecnologia utilizada na votação.
O secretário de Tecnologia da Informação do TRE-AM, Kleber Merklein, destaca que as ações de auditoria reforçam a credibilidade do sistema eletrônico de votação. “A urna está fazendo 30 anos e a Justiça Eleitoral vem evoluindo durante esse tempo, colocando camadas e mais camadas de segurança. Uma prova disso é o fato de que não temos nenhuma invasão bem-sucedida, nenhuma fraude documentada e comprovada”, afirmou.
A Inspeção dos Códigos-Fonte é uma etapa de auditoria destinada às entidades fiscalizadoras, como partidos políticos, Ministério Público e instituições da sociedade civil. O código-fonte é o conjunto de instruções que define o funcionamento dos sistemas eleitorais e das urnas eletrônicas. Nessa fase, as entidades fiscalizadoras verificam o funcionamento dos programas, avaliando se eles executam corretamente as tarefas previstas, como o registro e a totalização dos votos, sempre com garantia de segurança e sigilo.
O Teste Público de Segurança da Urna (TPS) trata-se de uma oportunidade de participação direta da sociedade. Especialistas em tecnologia da informação e cidadãos interessados podem se inscrever para testar os sistemas eleitorais e sugerir melhorias. A iniciativa geralmente ocorre no segundo semestre do ano que antecede as eleições e tem como objetivo identificar eventuais fragilidades e contribuir para o constante aperfeiçoamento da segurança do processo eleitoral.
A urna eletrônica completa 30 anos de utilização no Brasil.




