Uso do Chá Hoasca da União do Vegetal é liberado no Canadá

Para efeito de concentração mental, os associados, de sua livre e espontânea vontade, bebem um Chá, Hoasca, que é a União de dois vegetais.

A religião da floresta amazônica, a União do Vegetal (UDV) recebeu uma ótima notícia, nesse dia 5 de junho, com a informação de que o governo do Canadá autorizou a importação e distribuição do Chá Hoasca para fins religiosos naquele país.

Com a liberação do uso do Chá no Canadá, os sócios da UDV que residem no país poderão seguir livremente a sua religião, sem ter que viajar longas horas para beber Vegetal nos Estados Unidos, como vem acontecendo atualmente.

Para efeito de concentração mental, os associados, de sua livre e espontânea vontade, bebem um Chá Hoasca, que é a União de dois vegetais.

O Centro Espírita Beneficente União do Vegetal e o Governo Canadense ainda farão detalhamentos para a regulação e funcionamento de nossa religião naquele país.

De acordo com um dos sócios e integrante do quadro de mestre da Ordem, Pierre Girard, essa vitória vem do esforço de diversas pessoas, que se uniram para isso acontecer. Conforme disse, o grupo de trabalho foi constituído em 2015 e, formado por discípulos canadenses e norte-americanos, liderado pelo Mestre Jeffrey Bronfman e apoiado pela Administração Central da 1a Região da UDV nos EUA e pela Representação Geral do Centro.

Em 9 de janeiro de 2016, o grupo encaminhou às autoridades canadenses um pedido de isenção para uso religioso do Chá Hoasca (também denominado Vegetal pela UDV), já que este país restringia a sua circulação e uso.

A licença obtida permite a UDV importar, armazenar e distribuir o Vegetal para os seus associados no Canadá. “Com a liberação do uso do Vegetal no Canadá, abre-se uma porta e inicia o trabalho de trazer a luz da Hoasca para esse canto do mundo”, destaca Pierre.

Em breve, terá sessões de Escala para atender os canadenses e transmitir a palavra do Mestre Gabriel. “Vamos criar Núcleos e hastear a Bandeira da Luz e da esperança em mais um ponto do planeta”, finaliza Pierre Girard.

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