Vivo vai doar R$ 3 milhões para ajudar Manaus no combate ao novo coronavírus

Foto: Divulgação

Com o objetivo de reforçar o trabalho realizado pela Prefeitura de Manaus no combate à pandemia do novo coronavírus, a empresa de telefonia Vivo fará doação no valor de R$ 3 milhões para a capital do Amazonas. O anúncio foi feito pelo presidente da empresa, Christian Gebara, ao prefeito Arthur Virgílio Neto, por meio de uma reunião por videoconferência, realizada nesta terça-feira, 26/5.

“É uma ajuda inestimável. A Vivo sempre esteve ao lado do povo manauara e agora mostra muita sensibilidade e respeito com o momento que estamos passando. Estamos vendo os números [de casos e mortes na capital] caindo, mas não podemos abaixar a guarda. Vamos utilizar esse recurso na linha de frente, com equipamentos e o que for preciso, para melhorar o atendimento a quem precisa. Somos muitos gratos à Vivo e a todas as empresas que têm nos ajudado como podem neste momento de pandemia”, disse o prefeito Arthur Neto.

Segundo Christian Gebara, apenas outros cinco Estados do Brasil devem receber doações por parte da empresa. No Amazonas, o apoio ficou centrado em Manaus, por conta do grande número de casos da Covid-19 registrado nos últimos meses. Segundo ele, a doação vai ser feita por meio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

O apoio de empresas privadas tem sido fundamental, para ajudar pessoas que estão passando por dificuldades no período de pandemia, como destacou a presidente do Fundo Manaus Solidária, a primeira-dama Elisabeth Valeiko Ribeiro, que está à frente da campanha feita por meio de drive-thru solidário, na sede da Prefeitura de Manaus, Compensa, zona Oeste, que arrecada roupas, alimentos e demais itens de primeira necessidade e de proteção à saúde.

“Essa é a melhor marca que uma empresa pode deixar: ser solidária em momento tão duro. Tem muita gente precisando, pessoas que contam com gestos como o da Vivo, para não perder a esperança de que dias melhores virão. Estamos recebendo ajuda de muitas empresas, que estão compreendendo a necessidade de ser solidária. Somos muitos gratos”, concluiu a primeira-dama.

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