Arthur destaca ressignificação do centro histórico como um marco para a cidade

Centro histórico de Manaus é um marco dos 351 anos da cidade - Foto: Alex Pazuello / Semcom

Em meio à pandemia da Covid-19, sem festas para evitar aglomerações, a capital do Amazonas completa 351 anos neste 24 de outubro, feriado municipal, desde a elevação à categoria de cidade. Destaque nacional e internacional como “metrópole da Amazônia”, a “Mãe dos Deuses”, como se chama em referência aos índios manaós, pode comemorar avanços e ao mesmo tempo manter sua história e cultura vivas entre a população, como avalia o prefeito Arthur Virgílio Neto.

“Manaus superou todas as crises econômicas e enfrenta com bravura a pandemia da Covid-19. É uma cidade remodelada e falo com muita emoção dela, principalmente neste momento, por ser o último aniversário da cidade em que sou prefeito, o cargo que mais me agradou em minha vida pública, porque ele me permite a proximidade com as pessoas. Por isso, desejo que a ‘capital da Amazônia’ avance mais do que conseguimos. Manaus completa 351 anos de cidade, mas somos uma civilização milenar, com mais de 10 mil anos de história”, declarou o prefeito Arthur Neto.

Nos últimos quase oito anos, Manaus alcançou equilíbrio fiscal e manteve o investimento em saúde, educação e infraestrutura, com destaque inclusive na gestão previdenciária e na própria administração pública, além de ser uma cidade com os pés na economia 4.0”. Mas, segundo o prefeito Arthur, as transformações mais significativas dos últimos anos ocorreram no Centro, com o resgate da história e cultura.

Centro histórico de Manaus é um marco dos 351 anos da cidade – Foto: Alex Pazuello / Semcom

“Dentre tantas belezas que a capital amazonense possui, o Centro Histórico de Manaus tem um simbolismo muito grande para a nossa gestão, porque é o local onde a cidade começou e remete a nossa origem. Além de valorizar nossa história, a requalificação do Centro veio para resgatar parte da nossa cultura e da nossa essência”, disse o prefeito Arthur Virgílio Neto.

Um dos primeiros atos de seu segundo mandato, em 2013, para simbolizar esse projeto de ressignificação da área central foi instalar uma sede administrativa no Centro Cultural Palácio Rio Branco, local onde a cidade começou. A partir daí,a revitalização do mercado municipal Adolpho Lisboa, da praça Matriz, da nova avenida Eduardo Ribeiro, a criação do Museu da Cidade de Manaus, a implantação das galerias populares, o Passo a Paço, foram ações realizadas na sua administração, entre tantas outras ainda em andamento.

A identidade cultural e tecnológica é reforçada ainda com os projetos de resgate histórico e fortalecimento do futuro com a reconstrução da antiga Câmara Municipal, que se tornará um museu e um centro arqueológico, o Casarão da Inovação Cassina, futuro polo digital da cidade, a recuperação e transposição do Pavilhão Universal, tornando-se um Centro de Atendimento ao Turista (CAT), a reforma da praça Dom Pedro, praça Tenreiro Aranha, e a já pronta para funcionamento, a biblioteca municipal João Bosco Evangelista.

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