Bebianno começa a entrar para a lista das mortes misteriosas no Brasil

Em várias cartas, Bebianno deixou material sobre a campanha de Bolsonaro até fora do Brasil para se proteger - foto: GaúchaZH

Por volta de 4h30 da manhã, em um sítio de Terezópolis-RJ, o ex-secretário geral da Presidência nos primeiros dois meses do governo Bolsonaro, Gustavo Bebianno, comunicou ao filho que estava passando mal e se dirigiu ao banheiro para ingerir um remédio.

Minutos depois, sofreu uma queda e teve ferimentos na cabeça. Bebianno foi levado para uma unidade hospital da cidade, mas não resistiu.

Bebianno teria morrido por traumatismo craniano ou por infarto? Ou por nenhum desses dois motivos? Ou será que teremos mais uma morte requintada de mistério a entra para a história contemporânea do Brasil?

O ‘infarto fulminante’ foi anunciado pelo presidente estadual do PSDB, Paulo Marinho. 

No último programa Roda Viva que participou, Bebianno afirmou que o esquema de segurança de Bolsonaro foi totalmente modificado no dia em que ele levou a facada (sem sangue), em Juiz de Fora (MG).

Bebianno, que acompanhava o candidato no carro, disse que aquele dia foi o único dia em que Bolsonaro não usou colete à prova de balas. A mudança foi feita por seu filho Carlos Bolsonaro, afirmou Bebianno.

Em entrevista após romper com Bolsonaro, Bebianno afirmou também que tem material sobre Bolsonaro até fora do Brasil.

Ele afirmou durante entrevista para uma rádio de São Paulo que o material era uma forma de se proteger. “Bolsonaro tem relações com policiais bons e ruins”, afirmou. Veja abaixo. (Com informações do 247)

Bebbiano tem dossiês contra o Bolsonaro até fora do país! pic.twitter.com/RP5qIBzFo7

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