
O dia 25 de novembro, Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, reacende o debate sobre um problema estrutural que persiste no Brasil: a violência de gênero, que atinge de forma ainda mais intensa as mulheres negras.
Levantamentos recentes mostram que esse grupo segue como o mais vulnerável a agressões físicas, psicológicas, patrimoniais e ao feminicídio — realidade agravada pelo racismo estrutural e pela falta de políticas públicas eficazes de proteção.
Em Brasília, a Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem-Viver reuniu milhares de participantes nesta terça-feira, denunciando essas desigualdades e exigindo respostas concretas do Estado.
A mobilização nacional reforça que o combate à violência contra a mulher não pode ser pontual: requer ação contínua, investimento público e compromisso institucional para garantir segurança, dignidade e justiça para todas.




