Quem for à ‘carreata da morte’ que assine um termo abrindo mão dos respiradores

Em Manaus, estão organizando uma carreata que pode ter sérias consequências para a saúde pública - foto: arquivo

A já intitulada ‘carreata da morte’ que endossa a campanha “O Brasil não pode parar”, convocada pelo presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores, acontecerá em Manaus no próximo dia 30, numa segunda feira, mesmo contra a recomendação dos órgãos de Saúde no mundo.

Manaus

O movimento organizado por empresários de Manaus deve puxar para as ruas dezenas dos simpatizantes da insensatez do presidente Bolsonaro, mesmo contra a recomendação do Ministério da Saúde (MS) e da Organização Mundial da Saúde (OMS) que aconselha o isolamento para conter o avanço do novo coronavírus.

Maluquices e irresponsabilidades

Mas é bom que se diga, que maluquice e irresponsabilidade tem suas consequências, que devem recair nas costas de quem está cometendo o erro.

Se o presidente Bolsonaro, que apresenta teste positivo de coronavírus – segundo a Revista Veja e o deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) -, chama o povo para as ruas, então que ele, os organizadores e os participantes da carreata assinem um termo de responsabilidade, abrindo mão dos respiradores, caso, provavelmente venham se contaminar com o Covid-19.

Comerciantes

Nessa sexta-feira (27) teve aglomerações em frente ao Posto 700, localizado na Avenida Djalma Batista esquina com a Rua Pará, com número insignificante de participantes, mas que levanta a preocupação das autoridades da saúde no Estado, que temem as sérias consequências para a saúde pública do Amazonas, provocado por atos impensados.

Ou seja, irresponsabilidades tem limites, nesse caso, está estabelecido entre uma população vulnerável e a pandemia, entre a desobediência e o risco de morte de milhares de pessoas em todo o Brasil e, no Amazonas também.

Façam as suas escolhas… mas, abram mão dos hospitais, dos respiradores e da medicação que deve ser cedidos para quem procura seguir as recomendações do MS, da OMS e dos governos estaduais, responsáveis.

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