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Constrangimento – por Max Diniz Cruzeiro

Neurocirurgião Max Diniz Cruzeiro (DF)
Escrito por Redação II

É uma sensação reativa inibidora em que um indivíduo se retrai em virtude de perceber uma ação contrária ao espectro modal de seu comportamento, no qual se desejava ocultar ou não colocar em evidência.

O constrangimento causa uma queda da euforia devido a diminuição da frequência de trabalho de um indivíduo. Consequentemente é menos energia circulante e mais energia retida dentro deste processo cognitivo.

É uma sensação que desperta sentimentos densos, em que algum princípio de não conformidade passa a ser desencadeado dentro da psique humana.

É portanto uma contrariedade que lança um interstício de reflexão dentro do antagonismo que se instala, no qual o indivíduo visa reunir forças para uma pronta reação que o faça despertar e sair desta situação passageira e de incômodo.

Então se pode pensar em constrangimento em uma ação que sofre uma ruptura, ou de sentido, ou de propósito, ou de direcionamento, ou de percepção, em que o indivíduo passa a se sentir acuado pela não perseguição do estímulo evasivo que toma conta do intelecto deste indivíduo.

Como ruptura o constrangimento provoca uma intervenção sobre a lógica de pensamento que faz a pessoa perceber um deslocamento sensorial que diverge do referencial de atuação.

A consequência imediata do corte reativo por intermédio de um constrangimento é uma elevação do humor negativo no qual faz prender o indivíduo em relação ao agente de um relacionamento, em que rotinas de pensamento persecutório podem apresentar como sendo uma necessidade de revide ou sentimentos de estima aflorados como correspondência da condição vexatória.

Em outros casos o indivíduo se ressente consigo mesmo, e reações fisiológicas passam a se repercutir por toda a extensão do corpo, onde pode ser visualizado aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial, espasmos musculares e dores pelo corpo.

O constrangimento é uma das bases para ativar uma crise histérica em um corpo humano, devido um colapso que o deslocamento da energia contrária ao sentido da pulsão, em que a intervenção que provocou o constrangimento foi capaz de reter e desviar o sentido de aplicação de cargas e energia, ter gerado a fluição energética adversa do desejado e esperado como correspondência para um organismo humano.

O constrangimento tem uma relação muito próxima também da interrupção do nível respiratório dos movimentos pulmonares, mesmo que por breves instantes, que irá contribuir para a quebra reativa que irá mudar o curso reativo de um indivíduo.

Neurocirurgião Max Diniz Cruzeiro (DF)

Geralmente o corte de energia, provocado por um constrangimento irá afetar mais a região do corpo que está com sobrecarga de energia, que teoricamente deveria ter o deslocamento fluídico de carga para outros setores, sobrecarregando a atividade local o que pode provocar a sensação histérica.

Portanto não se deve colocar a culpa integralmente sobre uma crise de histeria no constrangimento, mas se ele puder ser evitado, será menos uma componente necessária para que a crise se instale em uma pessoa que esteja sofrendo de nervos.

A questão que se faz diante de um constrangimento é como evitar o sofrimento provocado pela quebra do paradigma ao qual a pessoa se prendia em termos perceptivos que a faz institivamente estagnar o fluxo energético pelo seu organismo?

Talvez a solução mais preventiva que se possa fazer para que diversos setores do corpo humano não sejam afetados pelo desbalanceamento energético em que as cargas passam a se concentrar diferencialmente de forma não uniforme e proporcional a demanda dos órgãos, seja, provocar uma pausa de funcionamento se colocando em estado meditativo por aproximadamente um minuto a fim de provocar o relaxamento da tensão excedente, e assim garantir que nenhum circuito do sistema nervoso possa descompensar ao ponto de causar uma lesão parcial ou circunstancial.

Este time que é exercido por alguns instantes é suficiente para tirar a pessoa da condição de sobrecarga de energia em alguns setores do seu organismo. Dando tempo para que o indivíduo em seguida possa raciocinar e refletir sobre a condição em que fora objeto de constrangimento.

Parte de um princípio de relativização em que a subjetividade não fica tão encadeada com sentimentos (Descolamento), no qual o ente racional fica no controle nos momentos seguintes em que se projeta a retórica deste indivíduo pela compreensão dos fatos que se sucederam e que passaram por sua mente.

Essa desconexão reativa é fundamental para que o indivíduo se encontre em um estado de conservação para preservar suas vias eferentes de um desbalanceamento que não estava sendo programado como estrutura reativa de um modelo de correspondência comportamental.

Nada se sabe ainda se após um constrangimento o indivíduo que faz uma intervenção sobre si mesmo no sentido de modificar a sua temperatura corpórea possa provocar uma melhora do seu quadro ou um fator de risco mais elevado de correspondência para um órgão atingido, que fora desbalanceado em termos de estrutura de carga energética.

Dependendo o órgão afetado uma diminuição e/ou elevação da temperatura pode contribuir para a aceleração de alguns processos e colocar em risco pelo choque corporal a atividade padrão e normal de uma pessoa.

A pausa pode ser a melhor medida enquanto o organismo busca novamente a sua homeostase, esse equilíbrio que é dinâmico e necessita de um tempo para se projetar para a forma habitual onde o indivíduo está acostumado a reagir somaticamente.

Fraternalmente,

Max Diniz Cruzeiro

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